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Cruzeiros de A à Z

Costa Cruzeiros

A Costa Cruzeiros começou como uma frota de cargueiros que transportavam tecidos e azeite entre Gênova e Sardenha, na  Itália, em meados do século 18, só lançou seu primeiro navio de passageiros em 1947. A empresa foi adquirida pela americana Carnival Corp em 2000.

Em 1947 deu início ao serviço de primeira classe (equipada com ar condicionado) e de segunda classe. O primeiro foi o Maria C, seguido pelo primeiro navio a fazer a travessia do Atlântico no pós-guerra: Anna C, que chegou em Buenos Aires 16 dias após sua saída. Ainda naquele ano a razão social da Giacomo Costa fu Andrea mudou para “Linea C”.

Costa Atlantica

Costa Atlantica

Por outro lado, os serviços comerciais para a América do Norte foram inaugurados em 1948 com o navio classe ‘Liberty’ Maria C. Logo após, surgiu o Luisa C. Em 1953 o Franca C. abriu novas rotas à Venezuela e às Antilhas. O“Andrea C” e o “Giovanna C” eram dedicados para as rotas na América do Sul. A “Linea C” começou com estes navios cruzeiros durante a baixa temporada entre o Mediterrâneo e a América do Sul. Entre os primeiros cruzeiros para serem recordados há também o “Andréa C” em 1952 e o “Anna C” em 1953, ambos no Mediterrâneo.

Ocorreu então, o lançamento de navios luxuosos, equipados com ar condicionado na primeira e na segunda classe, ambientes confortáveis e elegantes, um serviço impecável fornecendo hospitalidade, conforto e pratos da melhor tradição mediterrânea, distintos pelo indiscutível estilo italiano. Este estilo chega a sua representação máxima no equipamento, na decoração e nas linhas arquitetônicas. Os navios são divididos em três classes (primeira, segunda e turística).

Os divertimentos e os passatempos para os passageiros adultos e crianças são sinais distintos de toda a frota que desde a década de 50 até hoje tem se enriquecido cada vez mais. Bianca C., Enrico C., Andrea C., Flavia, Fulvia e Carla C. foram reformados na década de 50 no intuito de oferecer algo mais além de meros meios de transporte, até chegar à inauguração do primeiro navio encomendado pela Costa aos estaleiros genoveses da Ansaldo. No Federico C. havia ainda três classes, equipado com restaurantes e piscina de formas arrojadas.

Em 1959 a Costa designou o primeiro navio do mundo inteiramente dedicado aos cruzeiros de férias de 7 ou 14 dias nos Estados Unidos e no Caribe: o Franca C; nos meses do inverno europeu havia o Anna C. propondo mini cruzeiros de três ou quatro dias de Port Everglades até as Bahamas. Os primeiros anos da década de 60 foram um triunfo e, às costumeiras rotas para a América do Sul e Caribe foram acrescentados os cruzeiros ao Mediterrâneo, ao Mar Negro, ao Brasil, Uruguai e Argentina, até o estreito de Magalhães e ao mar Antártico.

O sucesso dos cruzeiros da Costa foi tanto que em 1964 a empresa encomendou a construção do “Eugenio C.”; que foi chamado “o navio do futuro” devido ao equipamento e sua elegância. Neste navio já não havia divisão formal das três classes, pois foi concebido com um convés único, onde se encontravam todos os salões. Indicação clara que o Eugenio C. seria dedicado inteiramente ao serviço de cruzeiros, o futuro escolhido pela Costa Armatori.

Costa Atlantica

Costa Atlantica

O primeiro navio de uso exclusivo a passageiros, o “Franca C.”, em 1968 inaugurou a fórmula de viagem “vôo+navio”, destinada a mudar inteiramente a maneira de conceber as férias, propondo, mesmo para quem tinha pouco tempo e disposição, cruzeiros curtos do outro lado do mundo. Mais uma vez a evolução dos tempos mostrou que a Costa tinha razão, aumentando, no decorrer da década de 70, a própria frota com alguns navios fretados ou comprados.

Realçe aos dois esplêndidos navios Daphne e Danae, da mesma classe, que cruzavam o Mediterrâneo no verão e o Caribe no inverno, com algumas viagens ao Alasca, à Escandinávia, à América do Sul, à África e ao Extremo Oriente.

No decorrer da década de 80 firmou a idéia dos navios como verdadeiros hotéis flutuantes. Por esta óptica, o próprio navio passou a ser um lugar para férias, desaparecendo inteiramente a divisão de classes. As cabinas tendiam a uniformizar-se e multiplicavam-se os locais para diversões: bar,
teatro, cassino, discoteca. Tudo à disposição de todos. A partir destes pressupostos que o setor de cruzeiros em geral, e principalmente a Costa Armatori, preparou-se para um grande passo de qualidade, surgindo a Costa Crociere em 1986.

Porém uma vez mais, foram os navios, os protagonistas do enorme desenvolvimento da empresa, desde o Costa Riviera, inteiramente reformado em 1985 e em 1998, até os navios construídos na década de 90: Costa Marina, Costa Allegra, Costa Classica, Costa Romantica e, em 1996, o esplêndido Costa Victoria. Não esquecendo do Mermoz e do Costa Playa (posteriormente cedidos), adquiridos em 1993 da divisão Paquet Cruises dos grupos franceses Chargeurs e Accor. Em 1997 a propriedade da empresa passou de maneira igual à americana Carnival (50%) e à inglesa Airtours (50%), aumentando a capacidade de investimento da empresa genovesa, mas mantendo inalterada a sua identidade de empresa italiana.

Costa Cruzeiros após  sua  aquisição passou por uma  grande renovação de sua  frota, com um programa de construção agressivo. Em julho de 2006, chegou o Costa Concordia, que foi seguido em Maio de 2007 pelo navio Costa Serena. E o navio Costa Pacifica estreou em junho de 2009.

Indo na contra mão das grande empresas a Costa Cruzeiros lançou uma linha  menor de navios do que sua classe Concordia. O Costa Luminosa de 92.700 toneladas, que foi revelado em maio de 2009, foi o primeira a lançar, seguido por Costa Deliziosa em janeiro de 2010. Estes gêmeos representou uma experiência de cruzeiro mais sofisticado. Em julho de 2011, a linha lançou, com 114 mil toneladas, o Costa Favolosa, com um completo com parque aquático; seu irmão gêmeo, Costa Fascinosa.

Em agosto de 2011, a Carnival Corp anunciou que tinha assinado um acordo para construir um novo 132.500 toneladas, 3.700 passageiros que será o carro-chefe de passageiros para Costa, que vai estrear em 2014.

Clique abaixo e conheça os navios da Costa Cruzeiros: